A nossa história
A nossa História
A Quinta do Lamal é uma propriedade tradicional duriense, datada do século XVII.
A Quinta do Lamal é uma propriedade tradicional duriense, datada do século XVII.
A NOSSA HISTÓRIA
A NOSSA HISTÓRIA
Concelho de Alijó
Vila Real
Fica situada na parta alta do concelho de Alijó, junto à aldeia de Santa Eugénia, num lugar com um enquadramento paisagístico espectacular, dominado por afloramentos rochosos meio caóticos, hortas e vinhas muradas. É um cenário marcado pelo isolamento e pelo dramatismo do granito, num absoluto contraste com a paisagem típica do Douro vinhateiro, em especial do Douro vinhateiro à beira rio.
São 5 hectares de vinha, pequenas parcelas de olival, amendoal, horta, pomar, com diversas nascentes de água e uma antiga adega em granito.
São 5 hectares de vinha, pequenas parcelas de olival, amendoal, horta, pomar, com diversas nascentes de água e uma antiga adega em granito.
Aldeia de Santa Eugénia
O concelho de Alijó tem, de resto, a particularidade de ser divido pela sua população em duas realidades bem distintas: uma que abrange a parte junto ao Douro e seus afluentes, marcada pelo xisto e os matos mediterrânicos, e outra, na parte mais alta, chamada de “montanha”, onde impera o granito e o pinhal.
Santa Eugénia e a Quinta do Lamal fazem parte da “montanha”, uma circunstância que, noutros tempos, não era muito valorizada mas que hoje, com as alterações climáticas, é diferenciadora, porque permite produzir vinhos mais frescos e elegantes.
Pela sua localização em altitude e pelos seus solos de granito, a aldeia de Santa Eugénia sempre foi conhecida como sendo um lugar de excelência para a produção de vinhos brancos e espumantes cheios de tensão e frescura, mas nos últimos anos tem mostrado ser também perfeito para a produção de vinhos tintos suculentos e cheios de finesse.
Aldeia de Santa Eugénia
O concelho de Alijó tem, de resto, a particularidade de ser divido pela sua população em duas realidades bem distintas: uma que abrange a parte junto ao Douro e seus afluentes, marcada pelo xisto e os matos mediterrânicos, e outra, na parte mais alta, chamada de “montanha”, onde impera o granito e o pinhal.
Santa Eugénia e a Quinta do Lamal fazem parte da “montanha”, uma circunstância que, noutros tempos, não era muito valorizada mas que hoje, com as alterações climáticas, é diferenciadora, porque permite produzir vinhos mais frescos e elegantes.
Pela sua localização em altitude e pelos seus solos de granito, a aldeia de Santa Eugénia sempre foi conhecida como sendo um lugar de excelência para a produção de vinhos brancos e espumantes cheios de tensão e frescura, mas nos últimos anos tem mostrado ser também perfeito para a produção de vinhos tintos suculentos e cheios de finesse.